Muito prazer, somos o DNA

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Olá!

Somos um coworking de saúde e é um prazer te receber em nosso primeiro post do Blog. A ideia é usarmos essa ferramenta para disseminar conhecimento e emitir nossas opiniões a cerca de temas relevantes para os profissionais da saúde e pessoas em geral que se interessam pelo conteúdo.

Vamos começar falando sobre o DNA. Por que ele existe, de onde surgiu a ideia e como foi criado.

Quem somos

Pois bem, vou começar apresentando a idealizadora do espaço e minha sócia:  Liza. Ela é psicóloga, formada pela PUCRS, Pós Graduada em Nutrição Comportamental pelo IPGS e Especialista em Terapia Cognitiva-Comportamental pelo CEFI. Atualmente ela está fazendo MBA em Gestão Empresarial na FGV.

Eu sou o Eduardo, o outro sócio do DNA. Sou formado em Engenharia Civil pela UFRGS, tenho uma Especialização em Patologia e Desempenho das Construções pela Unisinos e sou Pós Graduado em Administração de Empresas pela FGV.

Caso esteja se perguntando como eu vim parar no DNA, a resposta é muito simples: terapia.

Surgimento da ideia

Mas espera um pouco porque a história é boa. Vamos começar pelo princípio. Em 2016, a Liza começou a fazer um trabalho voluntário na CIC Jovem de Caxias do Sul e lá conheceu um amigo que estava querendo abrir um coworking na cidade.

Nós já conhecíamos o conceito de coworking e achávamos o máximo, mas será que em Caxias daria certo? Nesse momento, a Liza trabalhava no setor de RH de uma empresa e atendia alguns pacientes no período da noite em uma clínica de uma amiga, que já era inovadora e sublocava atendimentos por fora.

Com o projeto da OCA Brasil (nome do coworking do nosso amigo Danillo) indo em frente e voltado para negócios, startups e empreendedores, a Liza se perguntou se não seria possível criar um coworking voltado para a saúde, onde as pessoas compartilhassem consultórios, dificuldades e dividissem os custos.

O Danillo tinha domínio em fazer pesquisas de mercado e pedimos para que ele fizesse uma para nós, analisando a possibilidade de montarmos um coworking de saúde na cidade. No fim de 2016 ele entregou a pesquisa.  – Sim, tem mercado.

Desenvolvendo a marca

No início de 2017, a Liza começou a fazer pesquisas de nomes para o possível coworking de saúde. Contratou a melhor designer que a gente conhece, que casualmente é a Júlia, irmã dela, e a Júlia entregou uma lista de 100 nomes. Enviamos a todos nossos amigos e conhecidos e pedimos para cada um escolher 10 nomes preferidos para uma clínica de saúde compartilhada. Depois, pegamos os 50 mais votados e repetimos as votações, filtrando os 20, depois os 10 e por fim os 5 nomes mais votados por todos. Detalhe: DNA não ficou nos meus top 5, mas fui voto vencido (ainda bem).

Com o nome escolhido, era hora do logo. Dica: não negligencie o design da sua marca. O logo serve para expor em uma imagem grande parte do que você é e o que você faz. Por exemplo, vejam a explicação para o logo do DNA:

O símbolo é formado por dois círculos sobrepostos, que indicam a troca de ideias para formar algo maior. As cores azul e verde são referências à saúde. O DNA está dentro de ambos os círculos para criar a ideia de que ele é formado e engloba diferentes tipos de pensamentos e áreas. O triângulo que acabou formando a letra A significa ter uma base sólida e estável. O lado escuro é mais sombreado e o lado direito mais claro para mostrar o jeito como a pessoa entra e sai do espaço, representando o antes e depois da consulta. DNA foi o nome escolhido por ser um nome fácil de pronunciar, curto e que tem um significado forte, pois DNA é o que nos forma e nos torna únicos.

Tirando a ideia do papel

Com o nome e o logo definidos, era hora de começar a procurar locais. Porém a Liza continuava trabalhando com Recursos Humanos e atendendo pacientes apenas à noite.

É aí que eu, Eduardo, apareço.

Eu estava trabalhando em uma construtora em Porto Alegre desde a época da faculdade. Em 2017, o setor da construção já estava sofrendo enormemente a crise econômica do país e nos era dito constantemente que em algum momento a empresa teria que demitir alguns funcionários. Além disso, o ambiente interno já era competitivo. Com esse medo, comecei a ficar ainda mais tempo na obra, indo embora muitas vezes às 22h da noite e voltando às 7h da manhã. As cobranças eram cada vez maiores, existia uma ameaça externa e eu então eu comecei a viver em loop de trabalho eterno.

Aí que entrou a terapia

Numa noite, a Liza me liga (sim, além de sócios somos namorados) e pergunta como foi meu dia, no qual respondo: uma droga, tá dando tudo errado, a obra vai atrasar, não vamos conseguir manter o orçamento, vai dar tudo errado.

– Mas tu só reclama, não tem nada de bom?

– Não. Tá tudo ruim mesmo.

– Tu anda muito estressado, de repente fazer terapia te ajudaria, seria bom.

– Terapia? Mas pra que? Eu não tenho problema, só trabalho demais. Eu já não tenho tempo suficiente pra nada, vou ter mais essa obrigação?

– Vai uma vez.

– Aff.

E eu fui. E continuei indo.

Nesse tempo, eu era reticente em relação à ideia de um coworking de saúde. Investir todo aquele dinheiro e cobrar um valor infinitamente menor por hora. Em quantos anos isso iria retornar?

Por acaso, o psicólogo que eu ia em Porto Alegre tinha aproximadamente a minha idade e ainda não tinha consultório próprio. Como eu trabalhava às vezes até mais tarde, algumas vezes mudava o dia ou horário da sessão. Conforme o dia que eu avisasse que podia ir, ele me atendia em um consultório diferente, inclusive em bairros diferentes. Mas como funciona isso?

– Olha, é muito caro manter um consultório próprio, os custos fixos são altos e os pacientes são voláteis, às vezes tu tem vários, às vezes não. Além de que quando saímos da faculdade é normal não ter nenhum paciente, mas é necessário ter um espaço para atender caso apareça alguém. Por isso acabamos sublocando salas de colegas, mas é complicado, sempre dá algum conflito de horário, ou limpeza, organização…

Final feliz

Ouvindo o que ele falava a ideia do DNA começou a fazer todo o sentido para mim. E ao falar sobre isso na terapia meu próprio terapeuta ficou empolgado e deu várias dicas. De repente, tínhamos que por a ideia em prática.

Pedi demissão da construtora e em março de 2018 vim para Caxias. Em seguida encontramos uma sala comercial, faltava apenas reformar. Inauguramos o DNA Espaço de Saúde no dia 11 de junho de 2018 (veja o vídeo) e ampliamos no fim de 2019. É muito legal reescrever essa história como primeiro post do Blog, algo criado justamente durante o isolamento social do Coronavírus.

Sabemos que o momento exige cautela, mas, mais do que nunca, acreditamos que com a colaboração de todos sairemos dessa mais fortes e preparados para seguir  distribuindo saúde e novas possibilidades à toda sociedade.

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Amor em tempos de covid

*texto elaborado por Thiago Filomena Lombard, médico do Hospital Conceição em Porto Alegre/RS. Nos últimos dias, comemoramos os 2 anos do DNA

8 respostas

    1. Obrigado Rafael! Compartilhamos a nossa história para mostrar a gama de possibilidades que existem, como tu bem sabes! Muito sucesso para todos nós!

  1. Demais ler a história da idealização da DNA, o sucesso não é por acaso !! Que sigamos colhendo sucesso !!!

    1. Que bom que gostou, Camila! Todas as ideias e escolhas têm uma história por trás, às vezes apenas não nos damos conta. Que nosso caminho continue sendo de muito sucesso e muitas histórias para contar!

  2. Parabéns!
    Essa ideia super deu certo e tem auxiliado muitos profissionais, inclusive eu que não teria condições de bancar um consultório próprio quando recém formada.

    Muito bom fazer parte disso, mesmo que em pouco tempo de casa com vocês. Realmente, o melhor espaço para atender é o de vocês: modernidade, conforto, sofisticação e central.

    Obrigada por existirem!

    1. Oi Pâmella! Obrigado pelas palavras! É muito bom ter a tua energia conosco, mesmo que tenha começado há pouco. Quando tudo voltar ao normal faremos um evento para comemorar o fim do isolamento e para você conhecer o pessoal.

  3. PARABÉNS LIZA E EDUARDO PELA INICIATIVA E PELO CARINHO EM QUE TEM POR ESTE ESPAÇO.
    LEMBRO MUITO BEM, DO PRIMEIRO DIA QUE ESTIVE NO DNA, ACREDITO QUE MEADOS DE MAIO/2018, FUI MUITO BEM RECEBIDA POR AMBOS. E LOGO PERCEBI QUE ALI ERA O LUGAR CERTO PARA EXERCER A PROFISSÃO QUE ESCOLHI.
    OBRIGADA!

    1. Obrigado Leila! Você foi realmente uma das primeiras a nos conhecer, antes da nossa inauguração inclusive! Que bom ler tuas palavras e te ter na nossa equipe desde o princípio!

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